quarta-feira, 30 de outubro de 2013

O bloqueio da Telexfree não tem muita coisa a ver com pirâmide financeira...

A sociedade do século XXI ainda é a sociedade dos grandes contrastes (como querem alguns sociólogos). Identifica-se, portanto, a falta de oportunidade para as pessoas que se projetam sob conteúdos informacionais com base em modelos aplicáveis. Nessa dinâmica, destaca-se mais uma vez o Marketing Multinível ou Marketing de Rede e sua questão chave - "ser ou não ser uma pirâmide financeira".

A verdade é que ninguém aguenta mais a mesma "balela". Devemos sair desse nível de "amadorismo" e aproveitar nosso tempo para nos debruçarmos naquilo que verdadeiramente é importante - a regulamentação do Marketing Multinível no Brasil. Falta-nos muito discernimento e habilidade para pararmos de gastar nossas forças com assuntos sem muita importância e que sustentam às mesmas teses defendidas por "profissionais" sem um mínimo de preocupação. O MMN é o assunto e a tendência do momento. Nossa preocupação é também não deixar que este se torne um assunto taxativo e desinteressante, vindo a se tornar "modinha" a ponto de ser ridicularizado.

A publicação compartilhada pelo corpo jurídico da Telexfree sobre o que é uma pirâmide financeira e o que é um sistema multinível, baseada em uma pesquisa de dados qualitativos e testáveis, é muito clara, só não enxerga quem não quer. As características dos serviços da Telexfree é um modelo de negócio, viável nos quatro cantos do mundo - isso deveria bastar para silenciar àqueles que defendem uma postura retrógrada e insuficiente de trabalho baseado no uso de mão de obra assalariada inadequada e barata. Façamos as perguntas clássicas. A Telexfree tem um produto? Sim. A rede estabelece relações em multinível? Sim. Cada pessoa é valorizada com base no tipo de serviço por ela realizado. A dinâmica de trabalho é transparente para a empresa e seus divulgadores? Sim. Ela se pauta em dados estatísticos e não especulativos (com base de informações registradas sistematicamente a partir dos serviços realizados), tanto para a empresa como para seus divulgadores.

Com base em tudo já disponibilizado na mídia e nas redes sociais (pela justiça e pelos advogados da empresa) é fácil perceber que a Telexfree foi bloqueada pelos motivos óbvios que, neste caso, há uma correlação mínima com o modelo de pirâmide financeira na qual ela foi (e continua sendo) acusada.

O bloqueio da Telexfree se deveu a uma medida de caráter político e "econômico", definitivamente. Não há evidências concretas de que a empresa seja uma pirâmide financeira.

Neste caso, a verdade agride a inteligência e o bolso daqueles que possivelmente não vão mais ganhar o montante financeiro desejado com o tipo de produto que a empresa vinha trabalhando. Por isso que as justificativas da justiça não correspondem ao "ato praticado". A Telexfree deve voltar ao mercado? Possivelmente, dada às circunstâncias correspondentes a forma como o processo tramita.

Fonte: Blog do Jonas Tofoli

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